Paraty

 

E a retomada dos posts começa pela minha última viagem, que foi à Paraty, no Rio de Janeiro.

Já tinha conhecido a cidade quando era adolescente, com minha família, e desde então a imagem de uma cidade que me transportou no tempo ficou na minha cabeça.

Paraty, que foi fundada em 1667 e é Patrimônio Histórico Nacional, tem em seu centro histórico ruas de pedra (que são invadidas em alguns pontos pelo mar durante a lua cheia) e  casas com sua arquitetura colonial super bem preservadas, além de muitos eventos culturais no decorrer do ano, como o Paraty em Foco – Festival Internacional de Fotografia (que foi o que visitamos quando estivemos por lá) e a FLIP – Festival Literário Internacional de Paraty, entre outros.

Saindo um pouco da esfera cultural (rsrs), existem também por lá festas como o Festival da Cachaça (a cidade desde sua fundação era famosa por seus muitos engenhos de cana de açúcar) e o carnaval de rua, que pelo que me contaram, é bem animado.

 

Paraty

 

Durante a noite as ruas do centro histórico ficam cheias de muitos turistas do Brasil e do exterior e os bares, com suas mesinhas espalhadas pelas ruas, ficam igualmente cheios.

Para quem assim como eu gosta de sentar para beber, conversar e ver gente, é o programa perfeito ! Fora isso, existem ótimas opções de passeios para quem gosta de natureza, com diversas trilhas, cachoeiras e ilhas para serem conhecidas.

Minha viagem foi muito rápida, então não consegui fazer o passeio de scuna para conhecer as ilhas e nem conhecer cachoeiras, mas ficou na minha listinha para uma próxima visita à cidade. Nesse site encontrei várias informações sobre a cidade, inclusive um calendário com as festas de lá, além de mais detalhes históricos da cidade, vale dar uma olhada !

A única dificuldade que enfrentamos foi na nossa chegada. Fomos de ônibus, chegamos por volta das 3 hs da manhã na rodoviária da cidade e fomos caminhando para o nosso hostel, que ficava no centro histórico (nem adiantava tentarmos pegar táxi porque o tráfego de carros pelo centro histórico é proibido). Chegando lá, foi meio difícil conseguirmos nos localizar, porque as ruas tem nomes duplos (dá uma olhada na lista de nomes com duplicidade AQUI), fora que àquela hora as pessoas que estavam na rua não sabiam direito o que estavam falando… rsrs. Nossa sorte foi que a minha amiga tinha um mapinha que pegou no Google Maps ou estava com o GPS do celular ligado, não me lembro, mas fomos tentando nos encontrar dessa forma. Mas se não fosse o mapa, não sei como teríamos conseguido encontrar o hostel não ! Rsrs..

 

ParatyAs ruas com seus nomes duplos

 

Outra dica: não importa se você vai de ônibus, carro, se pretende pegar táxi… como eu disse, no centro histórico não é permitida a circulação de carros, fora que as ruas são de pedras, então leve uma mala fácil de carregar. Fora isso, use sapatos / sandálias / chinelos que sejam o mais confortáveis possível, caso contrário você vai passar perrengue ! Rsrs..

Em resumo, para quem gosta de história mas também gosta de agito e pessoas bonitas, Paraty é uma ótima opção !

 

Paraty

ParatyO mar que invade as ruas na lua cheia

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Paraty

 

Autor

Juliana Rosa é apaixonada por viagens, esportes, arte, música e criatividade em geral e conta aqui no blog um pouco das suas andanças.

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