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Voltei há umas 3 semanas da minha viagem à Barbados e nunca senti tanta saudades de um lugar como sinto desse país. Tá, sempre tenho aquela depressão pós viagem quando visito um local com o qual me identifico, mas dessa vez o caso foi sério!

Barbados tem o mar com a cor mais linda que já vi, as águas mais gostosas para nadar e as pessoas mais incrivelmente fofas desse mundo. Tentei encontrar uma palavra que definisse as pessoas de lá e a primeira que me veio em mente foi “educadas”. Mas depois de pensar por um minuto, vi que essa não era a palavra ideal: muitas pessoas podem ser educadas por se sentirem obrigadas socialmente a serem cordiais, mesmo detestando estarem nessa posição. Em Barbados as pessoas são educadas sim, mas essa educação é derivada de uma gentileza e de uma bondade genuínas, vem de uma energia muito boa que emana deles e que quando bate na gente se transforma em um sentimento tão cativante que ainda não consegui encontrar um nome que o defina, simplesmente porque não é uma coisa que se encontra fácil por aí. Mas se fosse para escolher uma palavra, acredito que “cativante” seria algo próximo eu e todos que estavam comigo sentimos.

Se for à Barbados, prepare-se para estar manobrando o carro e por mais de uma vez alguém ir te ajudar, vendo se tem algum carro vindo ou se você pode seguir, simplesmente para te ajudar, sem você ter nem sinalizado que precisava dessa ajuda e sem pedirem nada em troca. Prepare-se para colocar o pé na faixa de pedestres, mesmo em uma via de tráfego intenso, e ver os carros parando para você passar. Prepare-se para dar seta e o primeiro carro que estiver vindo já te deixar passar. Prepare-se para pedir uma informação de localização e as pessoas, não sabendo onde fica o lugar, procurarem na lista telefônica e até mesmo ligarem para o telefone que você tinha como contato somente para te darem a informação correta.

Por escolha própria, conhecemos o lado mais simples de Barbados, os lugares frequentados pelos moradores, e em todos os locais pelos quais passamos nos sentimos cheios desse sentimento gostoso de estar visitando amigos queridos.

Casinhas cheias de cores sem portão muito menos muros altos, cercas ou câmeras de segurança e donos de bares que nunca te viram mas que quando você vai comprar cerveja para levar para casa te dizem: “se você trouxer as garrafas de volta, não precisa pagar por elas”. É estar em uma loja de conveniência, começar a tocar uma das músicas cheias de ritmo deles, você começar a dançar na fila e um morador vir te falar: “please sir, don’t twerk in the line!”. Aí você olha para a cara dele e vê um sorrisão simpático de quem está brincando, com um senso de humor tão gentil que não tem como não cair na risada junto.

É você estar em um local lindo e um morador chegar do seu lado e falar: “você precisa conhecer esse outro lugar, tem o nascer do sol mais bonito da ilha!”. É você estar vendo esse nascer do sol mais bonito da ilha e de repente ver uma tartaruga enorme sair de um arbusto e caminhar  lentamente em direção ao mar, com a maior cara blasè, bem alí do seu lado, com uma naturalidade que te faz imaginar ela dizendo “bom dia, tchau aí para vocês que ficam!”.

Enfim, indo à Barbados, prepare-se para se apaixonar!

Nos próximos posts vou dizer tudo o que fizemos por lá e dar dicas práticas para quem quer conhecer esse país incrível!

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Todas as fotos lindas desse post são do Ricardo Jayme .

 

Essa viagem contou com o apoio da GVA – Global Vision Access, Visite Barbados e de alguns serviços no destino. As opiniões e comentários descritos aqui são independentes e baseados na experiência que tivemos. 

Autor

Juliana Rosa é apaixonada por viagens, esportes, arte, música e criatividade em geral e conta aqui no blog um pouco das suas andanças.

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